para ler na web: a.casa.das.sete.micheles * andré.mans * antena.com.bombril * a.sétima.visão * babadocerto * beautiful-dirtyrich * bhy * bota.dentro * canudos.coloridos * carioca.virtual * chatonoar * clebs * david® * dj.felipe.lira * don.diego.de.la.vega * elcocoloco * euelenossomundo * fast-food(e) * gayzine * g.cliché * glamaddict * introspecthive * isadora * joapa * justo.&.digno * l’absurdité.de.la.vie * las.bibas * lex.grego * lindinalva * made.in.brazil * man.in.the.box * na.casa.dos.30 * olhares.loiros * paulo.braccini * pegaytion * ragazzo * renateeenho * boy.soccer * tony.goes * too-tsie * tudo.cabe * will * zappingnews * 30 ideias

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28.11.09


em 01/12...





...ELA voltará!


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27.11.09


na prática, queremos nos ver refletido no outro...




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26.11.09


i am the devil:




Fiz um teste online para saber qual carta do tarot eu sou. A resposta? O DIABO. Então tah...

Quem quiser descobrir o arcano maior que melhor o representa CLIQUE AQUI. (site em inglês)


significado da carta XV:

"Materiality. Material Force. Material temptation; sometimes obsession.

The Devil is often a great card for business success; hard work and ambition. Perhaps the most misunderstood of all the major arcana, the Devil is not really "Satan" at all, but Pan the half-goat nature god and/or Dionysius. These are gods of pleasure and abandon, of wild behavior and unbridled desires. This is a card about ambitions; it is also synonymous with temptation and addiction. On the flip side, however, the card can be a warning to someone who is too restrained, someone who never allows themselves to get passionate or messy or wild - or ambitious. This, too, is a form of enslavement. As a person, the Devil can stand for a man of money or erotic power, aggressive, controlling, or just persuasive. This is not to say a bad man, but certainly a powerful man who is hard to resist. The important thing is to remember that any chain is freely worn. In most cases, you are enslaved only because you allow it."



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25.11.09


little gossip:




F. trombou com um moreno musculoso no segundo andar da sauna. A barba por fazer, o torso de gafanhoto e a cara de mal encantaram F., que aceitou entrar na cabine e depois descer até um dos quartos. Chupou, deu, levou tapa na cara, dedada, punho. Em dado momento, confirmou com satisfação: “sim, sou sua putinha”.

Trocou telefone, mandou mensagem, adicionou no facebook, passou a seguir no twitter e só não o encontrou todo dia naquela semana porque o fortão explicou que trabalhava demais. A quem interessar: F. é um rapaz bonito, vinte e poucos anos, recém chegado na paulicéia e que espera encontrar um parceiro para dividir seus sonhos.

Neste sábado, F. seguiu para a boate preferida por dez entre dez wannabes. Qual foi sua surpresa quando reconheceu o cara da sauna. Ele estava enfiado numa calça apertadíssima, com os lábios brilhando e cercado de amigos que não paravam de sorrir.

F. foi reconhecido e cumprimentado com um tchauzinho curto e à distância. Também conseguiu distinguir algumas palavras que o moreno escandiu para um moço tatuado enquanto o apontava com pouca discrição: JÁ-CO-MI !


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24.11.09


that boy:



"I like to be in the gutter by choice"


Pensar em Peter Berlin, ícone gay da década de 1970, é realizar que as musculosas do nosso tempo são a versão insossa de um modelo estético que já conheceu dias melhores.

O que não muda é a crueldade do tempo. Na vida, “that boy” está fadado a se tornar “that man”. That old man. Irremediavelmente.

Para saber mais, assista ao documentário sobre o rapaz. DOWNLOAD DISPONÍVEL AQUI.


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23.11.09


in rio II:




Onde estávamos? Ah, A noite prometia... Prometia.

Desistir de ir pra *buate*, voltar pro hotel e cair exausto sobre a cama sem trocar de roupa. Acordar de ressaca. Outro dia lindo do lado de fora. Banho demorado. Ir almoçar com o João, um amigo paulistano. Peixe. Iniciar a maratona alcoólica do dia. Conversar sobre urbanismo, Veneza, Nietzsche, ceticismo e torta de morango. Voltar pro Hotel. Beber vodka com laranja, depois com maracujá e finalmente com limão. Encontrar o cara que tem acelerado os meus batimentos cardíacos. Comer pastéis no Boteko do Juca. Fazer o *muito franco* e dizer que preferia que ele fosse bem gay e não se preocupasse em andar de mãos dadas. Ouvir que ele não para de pensar em mim. Ficar juntinho até o último minuto. Voltar de ônibus, pois pra voltar de avião eu teria que desembolsar quase mil reais e dinheiro não aceita desaforo. Não dormir direito no tal do "ônibus leito".

Segundona no melhor estilo Garfield.


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21.11.09


in rio:




Táxi. Congonhas. Gol com Coca-cola. Hotel. Conhecer a Catedral de São Sebastião e deslumbrar-se mais uma vez com as possibilidades do concreto armado. Caminhada pelo centro do Rio. Entrar no Sexy Rose e subir as escadas iluminadas em vermelho. Dar pro mulato dotado na frente do baixinho de boné. Deixar o baixinho de boné ensaiar um fist com seu punho mirrado. Chupar um alemão de barba e dar pro mulato de novo. Ligar pro amigo blogueiro, Don Diego. Almoçar com o Don Diego. Se jogar na pegação no Arpoador. Conhecer o Julio César, que é lindo, parece um garotão da zona sul, já pensou em suicídio e se queima com cigarro. Comer o Julio César antes que ele vire mendigo de vez. Marcar encontro com o menino que conheci da última vez que estive aqui. Estranha vontade de beijá-lo de novo. Encontrar com ele e sentir o coração disparar. Passear na Lapa com o moço. Vodka. Ficar de pileque. Levá-lo pro hotel. Assumir que gosto dele. Dormir de conchinha. Dormir mesmo. Acordar bem tarde e relutar em se despedir... Os dois relutaram. Perceber que a vida dele toda dentro do armário pode ser um problema. Reencontrar o Don Diego. Ir para a praia de Ipanema, em frente à Maria Quitéria. Realizar que o hétero carioca é o modelo ideal de homem. Vários exemplos confirmavam essa tese. Conversar sobre a vida. Ver o por do sol. Tomar sorvete de maçã-verde com canela no Felice. Mais vodka. Escrever este post. A noite promete.

Sim, o Uomini continua o mesmo.

Apenas conhecendo um “admirável mundo novo”.


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19.11.09


turismo (sexual):




A semana acaba hoje.

Balneário, aqui vou eu!


Manu: tentei rssificar o blog (seguindo as dicas do interney – como vc sugeriu), mas o bogger.com.br (globo.com) é arcaico demais e o feed não funciona.


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18.11.09


é hoje:




Ainda não leu a ODYSSEY "last issue"?
Comassim, bee?

CLIQUE AQUI AGORA! ;-)



E desejo que a futura WOWmag inove, surpreenda e fuja dos clichês...


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17.11.09


amicíssimo:




“Confie eventualmente num homem, raramente numa mulher e nunca num gay”. Foi uma frase que ouvi aos vinte anos de um cara – gay e na casa dos quarenta – numa das primeiras incursões que fiz a uma boate, que na época chamávamos de GLS.

“Quanta amargura!” Sentenciei. Certamente as experiências de vida daquela pessoa, que eu acabara de conhecer, deveriam ter gerado algum tipo de trauma. Lembro que, pouco depois, encerrei a conversa e segui para a pista de dança.

Ontem, um colega (gay!) do trabalho conseguiu gerar um tremendo climão numa reunião ao "denunciar" um erro cometido por uma das equipes de projeto. Erro este que não atingia nenhuma outra equipe e estava praticamente solucionado. Foi uma cena digna de novela das oito. "Quis zelar pelas questões da empresa." Ele justificou. O mais bizarro é que o tal rapaz chamava uma das garotas da dupla delatada de “melhor amiga” até outro dia. Medo!

Não quero generalizar, mas o que já conheci de *maldita* nesta vida. Enfim...


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15.11.09


o a e o i :




5h 56min. Mais uma noite que terminou como se deve: em casa antes do sol nascer. Também poderia estar em algum lugar barulhento e sem janelas, whatever. Não ando muito no espírito de “vamos ver o sol nascer”. Algo assim meio sob a sugestão de Hollywood. Mesmo porque todo mundo quer ser vampiro mesmo: juventude eterna, vida fora dos padrões, tudo bancado pelo sangue alheio... Oscilar entre o a e o i quando prefixos da moral.


"sense of humor saves"


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13.11.09


"entre aspas"


Esqueci de colocar a provocação do post passado entre aspas. Trata-se do fragmento de uma conversa que ouvi sem querer, mas ouvi. Eram dois jovens com trejeitos bem marcados e o aparente desejo que o mundo inteiro os escutasse. Daí a razão da minha inconveniência. A frase surgiu quando um deles confessou não aceitar que seus amantes, "sempre ativos", tocassem seu pênis durante o sexo.


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12.11.09


flexível:


Arranca de uma vez essa coisa inútil, bee!



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11.11.09


apagón:




Nem apagão esse país faz direito...

E não foi que a luz voltou exatamente quando o povo começou a se animar na avenida paulista.

Era só mais meia hora, mais meia hora!

Pelo menos deu pra dividir um beck com uma turma de skatistas...

Só um beck...

Era só mais meia hora... Meia hora, carai!


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10.11.09


deixando o porquê das coisas de lado:



*Adorei* a produção da *foteeenha*.

O azul pálido da poltrona, os revestimentos amadeirados, o gramado, a cortina em tom neutro, o cor do *speedo*...


Até lembrei de uma piada:
O que é pior que uma *beeesha* fashionista?
Uma *beeesha* cool hunter, *queridjinha*!


VEJA AS FOTOS AMPLIADAS AQUI


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9.11.09


um outro lado:




Ontem, um papo de bar virou uma conversa séria, do tipo que revolve questões internas e coloca em xeque crenças e escolhas. Resumindo bem: deveríamos representar o mundo como ele é, ou como deveria ser? Se, por um lado, enxergar o real sem mistificações é uma conquista, pois idealizações sempre esbarram em algum tipo de fuga; Por outro, ser demasiadamente realista pode sinalizar amargura, enquanto um discurso positivo evidenciaria uma vida mais doce.

Essa reflexão rolou enquanto eu defendia o tipo de sexo que explicito aqui no blog, sem romance, que apenas visa ao fastio dos instintos mais primitivos. Acho que foi Freud quem disse que sexualidade e civilização são antagônicas e um inevitável “mal estar” é gerado pelo choque entre os desejos naturais dos homens (e mulheres) e as restrições impostas pela moral social. Para evitar esse mal estar autoimposto, tenho advogado por uma rotina mais autêntica e menos “civilizada”.

Mas meu interlocutor lembrou que sentimentos mais abstratos fazem parte da experiência de todos nós. Se estimulados, podem ser muito mais efetivos na vida de quem os sentem. Por exemplo, o amor, por ser mais complexo, é capaz de encher a vida de sentido e nos mover com um impulso imenso, maior do que a busca pela próxima satisfação erógena é capaz de proporcionar.

No final, concordei. Só um sentimento além do gozo é capaz de convencer seres que questionam o porquê das coisas de que continuar vale a pena.



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8.11.09


Aesthetics:




amei!


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7.11.09


clash club:




Sobre a circuito de ontem: eu me divertiria mais em uma reunião da tupperware®

(by the day after's rebordosa)


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6.11.09


no day but today:




Talvez os míticos cavaleiros medievais estivessem certos e viver pela honra e pelo amor seja a forma mais nobre de levar a vida. Mas isso não nos pertence e a moda no nosso tempo é misturar uma boa dose de cinismo com outra de superficialidade nas relações. Tanto no trato com os que nos cercam como com nós mesmos.

Duvida? Olha pras pessoas que estão a sua volta agora... Entendeu?

Se estiver sozinho, vai ser ainda mais fácil captar a mensagem!


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5.11.09


também fui, bee...




Definitivamente, “Do começo ao fim” é um conto de fadas. Algo do tipo: Era uma vez a história encantada de dois 'príncipes-irmãos', que viveram um tórrido e delicioso caso de amor...

Tomás e Francisco, os irmãos, habitam um "universo perfeito". Um mundo que representa o sonho de consumo de toda *bee muderna*. Uma casa linda, peças de design para todos os lados, pais compreensivos, i-macs, i-pods, roupas descoladas e um charmoso fusca conversível. Só faltaram três vulcões e uma rosa vermelha na sala de estar da casa em que vivem os personagens.

Mas o filme vale a pena. A Júlia Lemmertz está perfeita em seu papel. Ela faz uma mãe preocupada, mas compreensiva, de uma maneira delicada e formidável. O João Gabriel Vasconcellos (Francisco, na fase adulta) está absolutamente entregue ao próprio personagem. A cena em que os dois rapazes dançaram tango sem roupa é a minha predileta.

Um filme doce, delicado e capaz de convencer que aquele amor seria possível. Em B612, é claro...

up date: vi o filme em uma sessão prévia para convidados que rolou ontem no Frei Caneca.


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4.11.09


*adoooooro* ouvir frases de efeito na *buati* (epílogo):




Tenho *K*!


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3.11.09


*adoooooro* ouvir frases de efeito na *buati* 2:




"Mas é todo mundo tão igual, tão parecido..."


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2.11.09


*adoooooro* ouvir frases de efeito na *buati*:




"Ilusões são bastante lucrativas para quem vende,
mas valem muito pouco para quem compra."


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